OGX é responsável pela maior campanha exploratória privada no Brasil
Descobertas feitas em 7 poços na Bacia de Campos são estimadas entre 2,6 e 5,5 bilhões boe
“Durante o primeiro trimestre de 2010, continuamos registrando grandes avanços em nossa campanha de perfuração, permitindo evoluir de maneira expressiva na identificação de novas acumulações bem como no processo de delimitação de nossas descobertas", comentou Paulo Mendonça, Diretor Geral da OGX. “Para os próximos meses realizaremos uma série de testes, que representam importantes passos rumo à meta de início da produção em 2011, que hoje esperamos que ocorra nos prospectos Vesúvio e Waimea”, acrescentou Sr. Mendonça.
Destaques:
• Sete poços com estimativas de volumes já anunciadas, que somam de 2,6 a 5,5 bilhões de barris de óleo equivalente;
• Portfólio composto por 34 blocos exploratórios, sendo 29 no Brasil, nas Bacias de Campos, Santos, Espírito Santo, Pará-Maranhão e Parnaíba, e 5 na Colômbia, nas Bacias de Cesar-Ranchería, Vale Médio Madalena e Vale Inferior Madalena;
• Divulgação das metas de produção de longo prazo que buscará atingir 730 mil barris por dia em 2015 e 1,380 milhão em 2019 e da previsão de início de produção, antecipada para o princípio de 2011;
• Relatórios de avaliação de recursos elaborados pela DeGolyer & MacNaughton (D&M) resultando em 6,7 bilhões de barris de óleo equivalente de recursos riscados (considerando uma probabilidade média de 34,5%) e 141 milhões de boe como recursos contingentes líquidos na Bacia do Parnaíba;
• Acordo de cooperação com a OSX Brasil S.A. para atender a demanda de longo prazo por equipamentos e serviços de produção da OGX. Os equipamentos fornecidos pela OSX contribuirão para que seja atendido o compromisso de conteúdo local assumido pela OGX nos contratos de concessão celebrados com a ANP;
• Contratação da primeira unidade de produção do tipo FPSO (Floating Production Storage & Offloading), com a OSX S.A., pelo período de 20 anos;
• Aprovação pela ANP da transferência da participação de 70% dos direitos e obrigações referentes aos sete blocos exploratórios terrestres na bacia do Parnaíba para a OGX Maranhão Petróleo e Gás Ltda. (“OGX Maranhão”), sociedade de propósito específico em que a OGX S.A. detém 66,7% e a MPX Energia S.A. (“MPX”), 33,3% do capital social;
• Contratação de oito sondas de perfuração, sendo 6 semi-submersíveis, 1 terrestre e 1 jack-up;
• Ingresso da OGXP3 na carteira teórica do Ibovespa e posterior aumento do peso na carteira do índice. A partir de maio de 2010, a OGXP3 tem o peso de 2,48%, ocupando a 11ª posição entre os 66 ativos presentes no índice;
• Programa de Global Depositary Receipts (GDR) Nível I no mercado de balcão norte-americano sob o código “OGXPY”. Como instituição custodiante foi contratado o Banco Itaú e como instituição depositária dos recibos, o Bank of New York Mellon.
“Última Atualização em 28 de junho de 2010.