Histórico e Perfil Corporativo

A OGX é responsável pela maior campanha exploratória privada no Brasil e possui um portfólio composto por 29 blocos exploratórios no Brasil, nas Bacias de Campos, Santos, Espírito Santo, Pará-Maranhão e Parnaíba, cobrindo aproximadamente 7.000 km2 em mar e cerca de 21.500 km² em terra. Adicionalmente, em junho de 2010, a OGX adquiriu cinco blocos exploratórios terrestres na Colômbia, durante a Ronda 2010, que totalizam aproximadamente 12.500 km2 nas bacias de Cesar-Ranchería, Vale Inferior do Madalena e Vale do Médio Madalena.

Desde sua criação, em julho de 2007, a companhia estabeleceu posição de destaque no setor brasileiro de exploração e produção de petróleo e gás natural por meio da aquisição de um portfólio composto por blocos diversificados e de alto potencial exploratório.

Através de uma colocação privada de ações realizada em novembro de 2007, a OGX captou aproximadamente US$1,3 bilhão, o que forneceu recursos para a participação na Nona Rodada de Licitação da ANP. Nesta rodada, a OGX adquiriu o direito de concessão de 21 blocos exploratórios nas bacias de Santos, Campos, Espírito Santo e Pará-Maranhão, totalizando cerca de 6,4 mil km².

Visando buscar oportunidades significativas de crescimento, em março de 2008 a OGX expandiu seu portfólio adicionando um bloco exploratório através de um contrato de farm-in, adquirindo uma participação de 50% dos direitos do bloco, totalizando 6,8 mil km² de área marítima de exploração. Em maio de 2009 a ANP aprovou a aquisição de uma parcela adicional de 15%, elevando a participação da empresa no bloco para 65%.

Em março de 2008, a OGX contratou, para a avaliação de seus recursos potenciais, a DeGolyer & MacNaughton, empresa de consultoria em certificação de reservas no setor de petróleo e gás natural, com mais de 70 anos de experiência. Este estudo, tendo como base dados sísmicos em sua maioria 2D, indicou que os 22 blocos exploratórios da Companhia possuíam Recursos Potenciais Riscados estimados em média de 4,835 bilhões de boe, considerando uma probabilidade média de sucesso de 27%. Em novembro de 2009, após a aquisição e interpretação dos novos dados sísmicos e dos sete blocos terrestres na Bacia do Parnaíba, um novo estudo foi feito pela D&M, certificando os Recursos Potenciais Riscados Líquidos em 6,672 bilhões de boe (considerando uma probabilidade de sucesso de 34,5%) e os Recursos Contingentes em 141 milhões.

Em junho de 2008, a OGX realizou sua Oferta Pública de Ações, onde foram captados recursos na ordem de R$ 6,7 bilhões em uma oferta 100% primária, tornando-se a maior já realizada no Brasil até então. Os recursos serão destinados à campanha de exploração e desenvolvimento das descobertas.

O Plano de Negócios da OGX está em plena execução, com dados sísmicos adquiridos para todos os blocos exploratórios marítimos e todos os equipamentos e serviços essenciais contratados para a campanha de exploração da Companhia. A OGX assegurou oito sondas de perfuração, sete embarcações e dois helicópteros, além de uma base portuária na cidade do Rio de Janeiro. O mês de agosto de 2009 marcou o início das atividades exploratórias nos blocos da OGX, com o início da perfuração do bloco BM-S-29 localizado na bacia de Santos, onde a OGX detém 65% de participação e a operadora Maersk, 35%. Indícios de óleo e gás foram identificados neste poço.

Em setembro de 2009, a perfuração no bloco BM-C-43, localizado na Bacia de Campos, deu início à campanha de perfuração nos blocos com 100% de participação da OGX. As demais perfurações seguem em andamento, representando um ciclo  de grandes descobertas para a empresa nas bacias de Campos, Santos e Parnaíba. Como conseqüência, a OGX atualmente tem operação seis das oito sondas contratadas. Até 2013, a OGX terá perfurado 87 poços em suas cincos bacias sedimentares brasileiras.

Como forma de expandir seu portfolio, a OGX adquiriu 70% de participação em sete blocos exploratórios terrestres na bacia do Parnaíba. Em paralelo, a OGX firmou um acordo com a MPX Energia S.A., com objetivo de formalizar a transferência, da participação da OGX para uma nova sociedade de propósito específico, OGX Maranhão, em que a OGX detém 66,7% e a MPX 33,3% do capital social, além de também formalizar a intenção de celebrar um acordo para a comercialização do gás a ser produzido.

A OGX é parte do Grupo EBX, conglomerado industrial fundado e liderado pelo empresário brasileiro  Eike F. Batista, que possui um comprovado histórico de sucesso no desenvolvimento de novos empreendimentos nos setores de recursos naturais e infra-estrutura.

Última Atualização em 23 de agosto de 2010.

 

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