Negócios

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     Bacia de Campos
     Bacia de Santos
     Bacia do Espírito Santo
     Bacia do Pará-Maranhão
     Bacia do Parnaíba

 Colômbia


Negócios

A existência de vastos recursos potenciais de petróleo e gás natural não explorados posiciona o Brasil, atualmente, como uma das regiões petrolíferas mais atraentes no mundo.

 Em decorrência das recentes descobertas, o potencial dos recursos de petróleo e gás natural do Brasil é hoje reconhecido como um dos maiores do mundo. Desde 2002, mais de 9 bilhões de boe foram descobertos em mais de 50 novos campos de petróleo e gás natural, conforme informações divulgadas pela Petrobras. Além disso, atividades exploratórias recentes levaram à expansão das atividades de perfuração na Bacia de Campos, à abertura de novas fronteiras, tais como as Bacias do Espírito Santo e de Santos.

 De acordo com o BP Statistical Review of World Energy 2007, as reservas brasileiras foram as que mais cresceram no mundo entre 1980 e 2006, a uma taxa composta de crescimento anual de 8,7%, partindo de 1,7 bilhão de boe de reservas comprovadas em 1980 para 14,4 bilhões de boe de reservas comprovadas no fim de 2006. Adicionalmente, a produção diária de petróleo e gás natural do Brasil cresceu no mesmo período a uma taxa composta de crescimento anual de 9,1%, partindo de 0,2 milhão de boepd em 1980 para 1,9 milhão de boepd no fim de 2006.

 De acordo com a ANP, o Brasil possui aproximadamente 7,5 milhões de km2 (1,9 bilhão de acres) distribuídos em mais de 40 bacias sedimentares, das quais 29 são consideradas de maior interesse para a exploração e produção de petróleo e gás natural. Cerca de 96% dessas áreas sedimentares ainda não foram objeto de contratos de concessão. Neste contexto, previsões de especialistas do setor consideram que os recursos potenciais estimados do Brasil são de aproximadamente 70 a 100 bilhões de boe, previsões estas que, uma vez confirmadas, posicionariam as reservas brasileiras entre as nove maiores do mundo.

Neste cenário, a OGX posiciona-se como uma empresa focada em exploração e produção de óleo e gás natural.


Bacia de Campos

A Bacia de Campos, com uma área sedimentar total de aproximadamente 115.000 km2 (28,4 milhões de acres), é o principal pólo petrolífero do Brasil, com uma produção média diária de aproximadamente 1,63 milhão de boepd em fevereiro de 2008. Em 2007, esta Bacia respondeu por aproximadamente 77% da produção brasileira de petróleo.

Atualmente, possuímos direitos de concessão sobre sete blocos exploratórios na Bacia de Campos, compreendendo uma área total de 1.177 km2 (290.843 acres), concentrados em sua grande maioria na parte sul desta Bacia, que é considerada hoje uma das regiões com maior potencial petrolífero. Cinco dessas concessões têm como operadora a OGX e as duas restantes, a Maersk.

 Todos os nossos blocos estão localizados em áreas adjacentes a campos de petróleo recém descobertos, quais sejam, o campo de Polvo (operado pela Devon Energy), com reservas provadas e prováveis de aproximadamente 285 milhões de boe∗, o campo de Peregrino (operado pela Hydro Brasil), com reservas provadas e prováveis de aproximadamente 500 milhões de boe*, o campo de Papa-Terra (operado pela Petrobras), com reservas provadas, prováveis e possíveis de aproximadamente 700 milhões de boe* e o campo de Maromba (operado pela Petrobras), com reservas provadas de aproximadamente 245 milhões de boe*.

Tendo por base as informações originadas do Relatório de Recursos Potenciais elaborado pela DeGolyer & MacNaughton em setembro de 2009, a estimativa média é de que os nossos Recursos Potenciais Riscados Líquidos nos blocos da Bacia de Campos somem 3,693 bilhões de boe, considerando uma probabilidade média de sucesso de 44,1%.

A OGX iniciou suas atividades exploratórias nessa bacia em setembro de 2009. Foi feita uma descoberta de óleo recuperável estimada entre 500 milhões e 1,5 bilhão de barris no prospecto Vesúvio, no bloco BM-C-43. No prospecto Pipeline, localizado no bloco BM-C-41, também foi realizada uma descoberta nos reservatórios do Cretácio Superior estimada entre 400 e 500 milhões de boe e indícios de hidrocarboneto foram detectados nos reservatórios do Eoceno, Albiano, Aptiano e Barremiano. Espera-se o início da produção para 2011.

 

A tabela abaixo mostra os nossos blocos de exploratórios na Bacia de Campos:

 

Blocos exploratórios                         Área total (km2)     Participações (%) 

BM-C-37 ..................................................... 177           50% OGX/50% MAERSK(1)

BM-C-38 ..................................................... 177           50% OGX/50% MAERSK(1)

BM-C-39 ..................................................... 109           100% OGX

BM-C-40 ..................................................... 124           100% OGX

BM-C-41 ..................................................... 236           100% OGX

BM-C-42 ..................................................... 177           100% OGX

BM-C-43 ..................................................... 177           100% OGX

Total ...........................................................1.177               –

 

(1)    Blocos exploratórios que serão operados pela Maersk.

 


Bacia de Santos

 

A Bacia de Santos representa hoje uma das áreas exploratórias mais promissoras do Brasil, com uma área total de aproximadamente 350.000 km2 (86,5 milhões de acres). De acordo com estimativas divulgadas pela Petrobras, as descobertas recentes mais significativas de petróleo e gás natural no Brasil – os campos de Tupi e Júpiter, cada um com aproximadamente 5 a 8 bilhões de boe e 6,4 bilhões de boe (36 Tcf de gás natural) de Recursos Potenciais, respectivamente – ocorreram nesta Bacia.

Atualmente possuímos direitos sobre cinco blocos exploratórios na Bacia de Santos, cobrindo uma área total superior a 1.000 km2 (247.105 acres), dos quais quatro foram obtidos na Nona Rodada de Licitação da ANP e um por meio de processo de Farm-in, pelo qual adquirimos uma participação de 65%. Quatro dos nossos blocos estão localizados em áreas adjacentes ao campo de Mexilhão (operado pela Petrobras), em que há reservas potenciais de gás natural de aproximadamente 8 Tcf, ou 1,4 bilhão de boe.

Tendo por base as informações originadas do Relatório de Recursos Potenciais elaborado pela DeGolyer & MacNaughton em setembro de 2009, os nossos Recursos Potenciais Riscados Líquidos nos blocos da Bacia de Santos são estimados em média de 1,688 bilhão de boe, considerando uma probabilidade média de sucesso de 27%.

As atividades exploratórias na Bacia de Santos foram iniciadas em agosto de 2009, com a perfuração de um poço no bloco BM-S-29, operado pela Maersk. Durante essa perfuração foram identificados indícios de hidrocarbonetos.

 

A tabela abaixo mostra os nossos blocos exploratórios na Bacia de Santos:

 

Blocos exploratórios                     Área total (km2)             Participações (%)

BM-S-56.................................................... 176               100% OGX

BM-S-57.................................................... 176               100% OGX

BM-S-58.................................................... 176               100% OGX

BM-S-59.................................................... 148               100% OGX

BM-S-29 (Farm-in).................................. Aprox. 400    65% OGX

Total ......................................................... Aprox. 1.076        –

  


Bacia do Espírito Santo

 

 

A Bacia do Espírito Santo é uma nova e promissora região de petróleo e gás natural no Brasil, com uma área total de aproximadamente 90.000 km2 (22,2 milhões de acres).

Atualmente, possuímos direitos de concessão sobre cinco blocos exploratórios na Bacia do Espírito Santo, com área total de 3.620 km2 (894.521 acres). Todos os nossos blocos estão localizados em águas profundas e serão operados pela Perenco. Os nossos prospectos exploratórios identificados possuem características geológicas similares às dos campos de petróleo e gás natural já descobertos nesta Bacia, tais como os campos de Golfinho, Camarupim e Canapu, portadores de petróleo leve e gás natural de reservatórios do Cretáceo Superior. Tendo por base as informações originadas do Relatório de Recursos Potenciais elaborado pela DeGolyer & MacNaughton em setembro de 2009, os nossos Recursos Potenciais Riscados Líquidos nos blocos da Bacia do Espírito Santo são estimados em média de 817 milhões de boe, considerando uma probabilidade média de sucesso de 32,6%.

 

  A tabela abaixo mostra os nossos blocos exploratórios na Bacia do Espírito Santo:

 

Blocos exploratórios                     Área total (km2)       Participações (%)

BM-ES-37 ................................................. 725          50% OGX/50% PERENCO(1)

BM-ES-38 ................................................. 725          50% OGX/50% PERENCO(1)

BM-ES-39 ................................................. 724          50% OGX/50% PERENCO(1)

BM-ES-40 ................................................. 723          50% OGX/50% PERENCO(1)

BM-ES-41 ................................................. 723          50% OGX/50% PERENCO(1)

Total ........................................................ 3.620                         –

 

(1)    Blocos que serão operados pela Perenco.

 


Bacia do Pará-Maranhão

 

 

Embora ainda não exista nenhuma descoberta comercial tenha sido anunciada na Bacia do Pará-Maranhão, nós acreditamos que exista um grande potencial nesta Bacia, uma vez que as características geológicas presentes na região são similares às da plataforma continental de Gana (oeste da África), onde houve importantes descobertas de petróleo leve nos últimos anos. A Bacia do Pará-Maranhão possui uma área sedimentar total de aproximadamente 100.000 km2 (24,7 milhões de acres).

Atualmente, temos direitos de concessão sobre cinco blocos exploratórios na Bacia do Pará-Maranhão, cobrindo uma área total de 960 km2 (237,221 acres). Atividades anteriores de perfuração em áreas próximas a três dos nossos blocos indicaram a presença de petróleo leve na região. Tendo por base as informações originadas do Relatório de Recursos Potenciais elaborado pela DeGolyer & MacNaughton em setembro de 2009, os nossos Recursos Potenciais Riscados Líquidos nos blocos da Bacia do Pará-Maranhão são estimados em média de 447 milhões de boe, considerando uma probabilidade média de sucesso de 21,3%.

 

A tabela abaixo mostra os nossos blocos exploratórios na Bacia do Pará-Maranhão:

 

Blocos exploratórios                       Área total (km2)          Participações (%) 

BM-PAMA-13 .................................................. 192             100% OGX

BM-PAMA-14 .................................................. 192             100% OGX

BM-PAMA-15 .................................................. 192             100% OGX

BM-PAMA-16 .................................................. 192             100% OGX

BM-PAMA-17 .................................................. 192             100% OGX
 

Total................................................................ 960                –

 

 

Bacia do Parnaíba

 

 

A bacia do Parnaíba localiza-se na porção nordeste do Brasil e abrange uma área aproximada de 680.000 km2, distribuídos pelos estados do Maranhão, Piauí, Tocantins e pequena parte nos estados do Pará, Ceará e Bahia. É limitada ao norte com as bacias de São Luís e Barreirinhas, a noroeste com a Bacia do Marajó e ao sul com a Bacia do São Francisco. A espessura máxima da coluna sedimentar da bacia é estimada em cerca de 3.500 metros.

Atualmente possuímos direitos sobre sete blocos exploratórios na Bacia do Parnaíba, cobrindo uma área total superior a 20.000 km2, adquiridos junto à Petra Energia Ltda, que permanece com 30% de participação. Paralelamente a esta aquisição, foi aprovada pela ANP, em abril de 2010, a transferência da participação de 70% dos direitos e obrigações referentes aos sete blocos detidos pela OGX Petróleo e Gás Ltda. para a OGX Maranhão Petróleo e Gás Ltda. A OGX Maranhão é uma sociedade de propósito específico em que a OGX S.A. detém 66,7% e a MPX, 33,3%, conforme comunicado divulgado em setembro de 2009. Um Memorando de Entendimentos firmado à época formalizou a intenção de celebrar um acordo de fornecimento de gás natural pela OGX Maranhão para usinas termelétricas a serem desenvolvidas pela MPX.

Tendo por base as informações originadas do Relatório de Recursos Potenciais elaborado pela DeGolyer & MacNaughton em setembro de 2009, os nossos Recursos Potenciais Riscados Líquidos nos blocos da Bacia do Parnaíba são estimados em média de 26 milhões de boe, considerando uma probabilidade média de sucesso de 19,9%. É preciso ressaltar, no entanto, que foram consideradas pela D&M apenas as poucas linhas sísmicas disponíveis,. Enquanto a área total destes blocos é de aproximadamente 21.500 km², estavam disponíveis para certificação apenas 1.200 km de dados sísmicos 2D adquiridos na década de 80. Também foi certificado pela DeGolyer & MacNaughton, no Relatório de Recursos Contingentes, uma estimativa preliminar de 141 milhões de boe de recursos contingentes, baseando-se em dados de um poço perfurado em 1987 no bloco PN-T-68.

 

A tabela abaixo mostra os nossos blocos exploratórios na Bacia do Parnaíba:

 

Blocos exploratórios                       Área total (km2)          Participações (%) 

PN-T-48 .................................................. 3.069                      70% OGX Maranhão Ltda.

PN-T-49 .................................................. 3.069                      70% OGX Maranhão Ltda.

PN-T-50 .................................................. 3.069                      70% OGX Maranhão Ltda.

PN-T-67 .................................................. 3.067                      70% OGX Maranhão Ltda.

PN-T-68 .................................................. 3.067                      70% OGX Maranhão Ltda.

PN-T-84 .................................................. 3.065                      70% OGX Maranhão Ltda.

PN-T-85 .................................................. 3.065                      70% OGX Maranhão Ltda.

OGXTotal................................................ 21.471                     –

 

Colômbia

Bacia Vale do Médio Madalena:

A bacia Vale do Médio Madalena possui uma área de aproximadamente 33 mil km² e está localizada ao longo do vale central do rio Madalena entre a Cordilheira Oriental dos Andes colombianos. É conhecida como uma bacia madura produtora de óleo onde 51 campos já foram descobertos, entre eles o La Cira-Infantas, o primeiro campo gigante da Colômbia.

A OGX adquiriu direito de concessão, com 100% de participação, em um bloco nesta bacia, denominado VMM-26, compreendendo uma área total de 405,5 km².


Bacia Vale Inferior do Madalena:

A bacia Vale Inferior do Madalena compreende uma área total de aproximadamente 38 mil km² localizada às margens do mar caribenho. Esta bacia encontra-se em fase inicial de exploração apresentando um grande potencial petrolífero evidenciado pela existência de campos produtores de óleo e gás.

A OGX adquiriu direito de concessão, com 100% de participação, em um bloco nesta bacia, denominado VIM-5, compreendendo uma área total de 2.583,9 km².


Bacia Cesar-Ranchería:

A bacia Cesar-Ranchería possui uma área de aproximadamente 12 mil km², estando localizada na fronteira com a Venezuela. Esta bacia é considerada de nova fronteira tendo sido perfurados poucos poços até o momento, onde foram encontrados indícios de gás e óleo. Testes realizados nestes poços indicaram a presença de óleo entre 27 a 42° API.

A OGX adquiriu direitos de concessão, com 100% de participação, em três blocos nesta bacia, denominados CR-2. CR-3 e CR-4, compreendendo uma área total de 9.591,3 km².

Última Atualização em 22 de junho de 2010.

 

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2008-12-11T14:00:39
2009-01-14T15:44:46